“Eis a Tempestade
“Interrompe Permissividade”
Sem espaço para Desamor
Mude tudo, com Fervor!

Oh, Musas da Inspiração!
Requisito uma Triste e Dramática Canção!

Oh, Heróis do Passado!
Quais Crimes lhes foram Confessados?
Há, para nós, alguma sabedoria?
Desejo saber, com toda alegria!

Em Terra Abandonada estou?
Pois a Ruína é tudo que restou!

Aqui falta uma Direção
Os Poderosos odeiam a Orientação
O Povo, em Perdição
Caiu em Aceitação

Riem dos que Pensam
Assassinam os que Tentam
Precisamos proteger os que ainda Argumentam
Assim teremos chances de Batalhar
Será possível ganhar?
As Espadas teremos que Desembainhar?

Moiras, eu peço, sejam Benevolentes
Sei que, nós humanos, fomos muito ausentes

Há ignorantes, passivos e inocentes
Maldosos, gananciosos e prepotentes
Pessoas de vidas tão diferentes!
Somos incoerentes
Surdos, teimosos, contradizentes!
Dê-nos a Visão dos Afluentes!

Se juntamos nossas mãos
Temos força, União
Ninguém abraçará a Solidão
Ainda assim
Por que teimamos
Em abraçar
A
Escuridão?
Moiras, dê-nos a Visão
Percepção
É nossa única Salvação!”

 

Que assim Seja…

Até!

Autor: Rosea Bellator
E-mail: oficinadasbruxas.odb@gmail.com
Youtube: Canal Oficina das Bruxas

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