#TarotNaReal será uma série de “contos”, ou melhor… acontecimentos durante as consultas de Tarot! Afinal, muitos consulentes se tornam colegas, dividem um pequeno mundo comigo e, como conversei com o “João” de hoje, “a gente só quer que as pessoas não passem por isso também”.

O texto a seguir tem os nomes João, Maria, Marquinhos, etc, e são todos nomes fictícios para preservar a identidade das pessoas. Porém, o consulente não apenas me permitiu escrever sobre isso, mas ele mesmo me deu algumas sugestões, HAHAAH!

Hoje, atendi o João e, no meio da consulta, rolou uma discussão-conversa-treta-entendimento:

João: Então, mas por que a Maria (ex-esposa) não me quer mais?

As cartas mostraram simplesmente que ele “era pobre de espírito com ela”. Vivia fugindo de carinho, as palavras eram secas e ele não se cuidava. Ele ficou PUTOOOOOOOOOOOOOOO comigo. Falou que eu estava de palhaçada com ele. Começou a xingar a Maria.

Ué?

… pois é.

Aí xingou, reclamou, e eu só perguntei “mas, por que você está com tanta raiva?”.

Ele xingou mais um pouco… respirou, e voltou a reclamar, agora comigo. Disse que eu manipulei as cartas. Só que… Bom, era uma chamada de vídeo. Ele me VIU embaralhar e jogar na frente dele. Relembrei o mocinho disso. João reclamou, reclamou… então me “mandou” explicar cada carta separado, o que elas significavam. Debochada, baixando o espírito ragatanga, mandei ele abrir o Google e acompanhar, com os próprios olhos, numa pesquisa própria, assim veria que não inventei. Ele não queria fazer isso. Aí foi minha vez de cutucar “bom, então é porque você sabe que é verdade e não quer ver”.

João ficou… PUTOOOOOOOOOOOOOOOOOOO… de olhos vermelhos, desligou a chamada na minha cara.

5 minutos depois, ele me liga de novo, mas eu não atendi.

Mais uns minutos depois, ele mandou mensagem, áudio, pedindo por favor… Eu disse que tinha uma condição: ele iria ter uma conversa séria comigo, e, depois disso, iria ao terapeuta. João FICOU PUTOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO me xingou de um bocadão de coisas. Tá. João pediu desculpa de novo e disse que

eu

lembro

a

ex-esposa

dele

Afrontosa

que

não

leva

desaforo

pra

casa

Ligou de novo, ouviu tudo chorando, disse que casaram cedo, mas que na época ele só era moleque, e não se ligou que começou a ficar desleixado… Disse que era normal e não sei o que. O casamento pegou fogo quando ele exigiu que ela se depilasse todo dia, e ela mandou ele fazer o mesmo. Ele ficou puto e xingou ela de piranha. Pronto, ela foi embora.

“Só por isso”, foi assim que ele terminou a frase.

Mas, mas aí o João pediu desculpa, sabe? (contém ironia)

Joguei umas cartas, e diziam que ele não contou tudo. Ele começou a rir… Me chamou de “bruxa” kkk, rimos kkkk Não teve como não rir!

“É verdade… na verdade eu já tinha enchido o saco dela com um monte de coisas, de casa, de tudo… mas, eu assumo, chego do trabalho na mesma hora que ela, e só fico no sofá mesmo. Ás vezes, fico 3 dias sem tomar banho. Nem todo dia escovo os dentes. E esse negócio de lavar o cu, Dona Rosea, porra… isso não é coisa de viado não?”.

Depois de uma conversa com muita zuera, puxada de orelha, João chorando horrores e vendo que tava fazendo MERDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA, João agradeceu, pediu desculpa e disse que eu preciso falar com o primo dele, que é igualzinho ele, o Marquinho, porque ele perdeu a mulher pelos mesmos motivos.

Vsf, João, valeuzão, seu fdp! Essa foi a frase que falei no final da consulta, pois oras, “nós já tínhamos virado brother“, como ele mesmo disse! João terminou me dizendo “kkkk tá foda, mas ainda to vivo, dá pra mudar! Valeu, dona Bruxa!

É, dá sim, João! Que dê tudo certo pra ti!

 

Até a próxima!

Beijinhos!

Autor: Rosea Bellator
E-mail: oficinadasbruxas.odb@gmail.com
Youtube: Canal Oficina das Bruxas

Atenção: A reprodução parcial ou total deste texto é proibida e protegida pela lei do direito autoral nº 9610 de 19 de fevereiro de 1998. Proíbe a reprodução ou divulgação com fins comerciais ou não, em qualquer meio de comunicação, inclusive na internet, sem prévia consulta e aprovação do autor. O texto foi escrito com a autorização do consulente.