“Desta vez Lunna de Ayne explica sobre a criação e as prioridades de um covén.” 

por Lunna de Ayne

O covén é uma unidade na qual há uma complexa e delicada rede de energias que unem seus membros, para um trabalho de serviços sacerdotais em grupo. A essência do covén reside na entrega, no comprometimento, na compatibilidade, no serviço sacerdotal e no amor a Deusa e ao seu Consorte na busca do construir do Perfeito Amor e Perfeita Confiança em diversas atividades[bb].

Lunna de Ayne - O covén deve ter alegria e muita confiança, assim como o sorriso da Gertrudes, a bruxinha da Lunna de Ayne! Foto: Rosea Bellator.
O covén deve ter alegria e muita confiança, assim como o sorriso da Gertrudes, a bruxinha da Lunna de Ayne! Foto: Rosea Bellator.
 Dentro de várias atividades há duas que são de extrema importância no desenvolvimento de um covén:
– o aperfeiçoar das interações entre seus membros com o apoio, o cuidado, o respeito, o esclarecimento a liberdade de expressão, e ao mesmo tempo o pontuar com sinceridade e sensatez em questões, sejam elas individuais ou grupais, que necessitam ser trabalhadas e transformadas.
Deve-se levar em consideração que por mais que um covén seja uma unidade, o diferencial de seus membros é fundamental para que  sua identidade seja forte,concisa, dinâmica e se  estabeleça cada vez mais. Muitos trabalhos de auto-conhecimento são realizados por covéns com essa finalidade. (Conhecimento não é aquilo que você sabe, mas sim o que você faz com aquilo que você sabe)
– o aperfeiçoamento do trabalho em equipe no qual cada um traz o seu diferencial e sua entrega em pesquisas trabalhos mágicos, defesa e proteção do covén, rituais e festivais que fazem parte da liturgia do covén.
Para que um covén seja  efetivamente construído é necessário anos de convivência, de comprometimento, de compatibilidade e de entrega de seus membros tanto nas suas relações quanto nos trabalhos mágicos realizados.
É de  fundamental importância aperfeiçoar o relacionar  com cada membro do grupo e seu trabalho em equipe, pois quando realizado de forma construtiva traz unidade ao covén.
No próximo texto vamos falar sobre os nossos festivais de covén, nossos Sabbats, Esbás, e a nossa roda do ano:

A Roda do Ano é o que simboliza a concepção de tempo dos pagãos e principalmente a dos Celtas e que era um tanto quanto diferente da atual. Eles não viam o tempo de forma linear, mas circular, cíclico. Seus calendários levavam em conta não só o ciclo solar, como é o nosso, mas também o ciclo lunar. Originários da tradição celta, os Sabbats ocorrem oito vezes ao ano, levando-se em conta a posição da Terra com relação ao Sol: Equinócios e Solstícios. Nessas ocasiões, na Wicca, são homenageadas duas divindades: a Deusa Mãe, ou simplesmente a “Deusa”, que simboliza a própria terra, e o Deus Cornífero, O Gamo Rei, protetor dos animais, dos rebanhos e da vida selvagem. Já em outros ramos do Paganismo, outros Deuses são adorados, pois que nem todos tem essas duas únicas figuras centrais.

Lunna de Ayne
Outro Artigo da Autora: Covén – Lado A & Lado B
Quer enviar um e-mail para a Lunna de Ayne? Mande no e-mail da Oficina das Bruxas que será encaminhado para ela sem demora! E-mail: oficinadasbruxas.odb@gmail.com

6 COMENTÁRIOS

    • Luciane, cada um escolhe seu caminho, um covén é bem interessante MAS se você não quer não será menos que ninguém. Não existe isso de obrigatoriedade. Podemos ser bruxos solitários, podemos ter nossos grupos, podemos criar grupos… vai depender da vontade e necessidade de cada um.

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